LIVROS DA ESTANTE

Como quem inaugura lápides, encontrou a poesia de Pound entre os ossos do frango (já de dois dias) comido frio no desjejum.

Alimentou-se da primeira, embora tenha vomitado o segundo no chão da copa.

A planta dos pés enraizada no piso de repente imaginou caminhos impossíveis.

Estava suspenso pela poesia, ente que não conhece a imobilidade. Um livro, depois outro. Um poeta, depois outro.

Plena manhã, e ele engravidando cemitérios.

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Sobre Sérgio Bernardo

Poeta e contista, autor de Asfalto (Selo OFF-Flip, 2010). Blog de poesia: http://tudovirapoesia.blogs.sapo.pt Twitter: @Sempoesianaoda
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